quarta-feira, 30 de novembro de 2016

CUIDE DA SUA ALMA - VÍDEO MUITO ALÉM





Nasceu um vídeo novo, vídeo novo!!


Finalmente! depois de um longo período sem realizar nada!! (sem inspiração mesmo! he he ), cá estamos de volta com mais um novo filho...ops....novo vídeo! que acabou de nascer no nosso Canal Muito Além


CUIDE DA SUA ALMA

Não podemos ignorar essa dimensão essencial de nossas vidas, pois acreditamos e sentimos que Somos seres espirituais a viver uma experiência humana...
Cuide de sua alma, preste atenção ao que ela tem para dizer! 

Todos nós temos além do corpo, a alma. E mesmo que ela não possa ser vista, nem tocada, ela necessita de atenção e de cuidados. Aprenda a cuidar da sua, com algumas mensagens "deste vídeo"  para você refletir.

 Seja bonito por dentro e por fora!

Provavelmente você acabará se sentindo mais ligado, não apenas a vida interior, como também com o próximo e com o mundo exterior. Essas conexões da alma raramente ocorrem sem dor e complexidade, mas são indicadores de uma vida profunda e plena.



Sua alma é o que você tem de importante! Não deixe que outras pessoas estraguem e nem que os obstáculos te desanimem.
Ela é frágil e pode se danificar seriamente se você não a mantiver envolta em alegria, respeito, tolerância, carinho e fé.

Que o amor e a gratidão sejam capazes de reestruturar as nossas almas, alimentando o nosso espírito com muita paz e muita fé, regando-as de harmonia e alegria.

Inspire-se com essas mensagens e cuide da sua alma todos os dias!

Muito Além








quinta-feira, 24 de novembro de 2016

ALIENÍGENAS DO PASSADO - 9ª TEMPORADA - ATUALIZAÇÃO




Desde o início da civilização, a humanidade creditou suas origens a deuses e outros visitantes das estrelas.

E se fosse verdade? Seres Extraterrestres realmente ajudaram a moldar nossa História? 



NOTA: 
PARA ASSISTIR EM "TELA CHEIA" É SÓ CLICAR NO ALTO, DO LADO DIREITO DO VÍDEO QUE ABRE UMA NOVA JANELA.


ALIENÍGENAS DO PASSADO - T9 EP08
"O MISTÉRIO DOS NOVE"




ALIENÍGENAS DO PASSADO - T9 EP09
"O IMPÉRIO OCULTO"




ALIENÍGENAS DO PASSADO - T9 EP10
"OS PROTÓTIPOS"





ALIENÍGENAS DO PASSADO - T9 EP11
"ESTAÇÃO ESPACIAL LUNAR"





ALIENÍGENAS DO PASSADO - T9 EP12
"ARQUIVOS SECRETOS RUSSOS"





ALIENÍGENAS DO PASSADO - T9 EP13
"ALÉM DE ROSWELL"





ALIENÍGENAS DO PASSADO - T9 EP14
"O RETORNO"





ALIENÍGENAS DO PASSADO - T9 EP15
"SHIVA, O DESTRUIDOR"



Fonte:
DOCUMENTÁRIOS ONLINE







quarta-feira, 23 de novembro de 2016

AMOR OU APEGO - VOCÊ JÁ SOFREU POR AMOR ?



A maioria das pessoas sofrem por amor simplesmente porque não amam...
Há uma grande e fundamental diferença entre o amor e o apego e acreditamos que no mundo ainda sejam raras as pessoas que são realmente capazes de AMAR!!


A paixão apegosa é o oposto de amor, surge de um egocentrismo que acarinha a si mesmo no outro, ou pior, busca construir a própria felicidade as expensas do outro. Esse tipo de sentimento só quer se apropriar das pessoas, objetos e situações que o atraem para ter controle. Considera a atração como uma caracteristica inerente a pessoa, cujas qualidades amplia e subestima os defeitos. 


A paixão romântica é o maior exemplo de cegueira. O dicionário define ”Um amor poderoso, exclusivo e obsessivo. Afetividade violenta que atrapalha o julgamento.” Ela é alimentada pelo exagero e pela ilusão e insiste em que as coisas sejam outras, diferentes de como realmente são. Como uma miragem, o objeto idealizado é insaciável e fundamentalmente frustrante.


A atração sexual não é patológica, mas também não é uma emoção. É a expressão normal de um desejo, como a fome e a sede.”. Mesmo assim faz surgir as mais poderosas emoções porque sua força deriva dos 5 sentidos: visão  tato, audicão, paladar e olfato. Na ausência de liberdade interior, qualquer experincia desse tipo gera apego e cria um redemoinho: não damos atenção, pensamos que podemos nadar ali sem problemas, mas quando o turbilhão acelera e fica mais profundo, somos sugados para dentro dele sem nenhuma esperanaç de resgate. Já a pessoa que consegue manter uma perfeita liberdade interior experimenta todas sensações na simplicidade do momento presente, com o deleite de uma mente livre de apegos e expectativas.


O amor verdadeiro é aquele que é livre de apegos, ser desapegado não significa amar menos e sim não estar centrado no amor por nós mesmos nos escondendo no amor que dizemos sentir pelo outro. O amor real é a alegria de compartilhar da vida daqueles que estão a nossa volta, seja eles seus amigos, familiares, esposa ou marido. 
Ama-se o outro pelo que ele/ela é e não através da lente distorcida do egocentrismo, em vez de se apegar temos que ter em mente a felicidade da outra pessoa e não a propria, em vez de esperar gratificações podemos receber o amor reciproco da outra pessoa com alegria.



DO DESEJO À OBSESSÃO

O desejo obsessivo que costuma acompanhar o amor apaixonado deturpa a afeição, a ternura e a alegria de apreciar e compartilhar a vida com alguém. Ele é o oposto do amor altruísta. Surge de um egocentrismo doentio que acarinha a si mesmo no outro ou, ainda pior, busca construir a própria felicidade às expensas do outro. Esse tipo de desejo só quer se apropriar das pessoas, dos objetos e das situações que o atraem para ter controle. Considera a atração como uma característica inerente àquela pessoa, cujas qualidades ele amplia, enquanto subestima os defeitos. “O desejo embeleza os objetos sobre os quais pousa as suas asas de fogo” , ressaltou Anatole France.


O desejo obsessivo é reflexo da intensidade e da frequência das imagens mentais que o desencadeiam. Como um disco riscado, fica repetindo o mesmo leitmotiv. É uma polarização do universo mental, uma perda de fluidez, que prejudica a liberdade interior. Alain escreveu: “Este amante desprezado, que se contorce sobre a cama em vez de dormir e que medita sobre vinganças terríveis. O que sobraria da sua ferida se ele não pensasse mais sobre o passado e sobre o futuro? Este ambicioso, ferido no coração por um fracasso, onde procurará ele sua dor, senão em um passado que ressuscita e em um futuro que inventa?” 

  Essas obsessões tornam-se muito dolorosas quando não são atendidas e vão ficando cada vez mais fortes quando o são. O universo da obsessão é um mundo onde a urgência se vincula à impotência. Somos pegos por uma engrenagem de tendências e pulsões que conferem à obsessão um caráter lancinante. 

Outra de suas características é a insatisfação fundamental que ela suscita. Ela não conhece a alegria e muito menos a plenitude ou a realização. Não poderia ser de outra maneira, já que aquele que é vítima da obsessão insiste em buscar alívio exatamente naquelas situações que são as causas do seu tormento. 

O dependente de drogas reforça a sua dependência, o alcoólatra bebe até chegar ao delírio, o amante desprezado olha para a foto da sua amada o dia todo. A obsessão gera um estado de sofrimento crônico e de ansiedade, aos quais se somam, por sua vez, o desejo e a repulsa, a insaciabilidade e a exaustão. Na verdade, ela é um adendo às causas do sofrimento.


Estudos indicam que diferentes regiões do cérebro e diferentes circuitos neurais estão em ação quando “queremos” alguma coisa e quando “gostamos” dela. Isso nos ajuda a compreender pelo qual, quando nos acostumamos a sentir certos desejos, nos tornamos dependentes deles – continuamos a sentir a necessidade de satisfazê-los mesmo quando já não gostamos do sentimento que provocam. Chegamos ao ponto de desejar sem gostar, desejar sem amar.  No entanto, podemos querer ser livres da obsessão, que machuca porque nos compele a desejar aquilo que não nos agrada mais. Podemos, também, amar alguma coisa ou alguém sem necessidade desejá-los.




AMOR, DESEJO E APEGO

Como distinguir entre o amor verdadeiro e o apego possessivo? O amor altruísta pode ser comparado ao som puro que vem de um copo de cristal, e o apego ao dedo que, ao tocar a beira do copo, abafa esse som. Reconhecemos desde o princípio que a ideia de uma mor desprovido de apego é relativamente estranha à sensibilidade ocidental. Ser desapegado não significa que amamos menos a pessoa, mas que não estamos centrados no amor por nós mesmos nos escondendo no amor que dizemos sentir pelo outro. 

O amor altruísta é a alegria de compartilhar da vida daqueles que estão à nossa volta os nosso familiares, os nossos amigos, os nossos companheiros, a nossa esposa ou o nosso marido e contribuir para a felicidade deles. Amamos o outro por aquilo que ele é e não através da lente distorcida do egocentrismo. Em vez de ficarmos apegados ao outro, temos que ter em mente a felicidade dele; em vez de esperar que ele nos traga alguma gratificação, podemos receber o seu amor recíproco com alegria.


E depois podemos ir ampliando e estendendo esse amor. É preciso ser capaz de amar todas as pessoas incondicionalmente. Amar um inimigo – isso é pedir demais? Esse empreendimento pode parecer impossível, mas baseia-se em uma observação muito simples: a de que todos os seres, sem exceção, querem evitar o sofrimento e conhecer a felicidade. 

O amor altruísta genuíno é o desejo de que isso possa se realizar. Se o amor que oferecemos depende do modo como somos tratados, nunca seremos capazes de amar o nosso inimigo. No entanto, é certamente possível ter a esperança de que ele pare de sofrer e seja feliz!

Como conciliar esse amor incondicional e imparcial com o fato de que temos na nossa existência relações preferenciais com certas pessoas? Tomemos o sol como exemplo. Ele brilha para todos, com o mesmo calor e a mesma claridade, em todas as direções. Mas há seres que, por diversas razões, se encontram mais perto dele e que, por isso, recebem mais calor. Mas em nenhum momento essa situação privilegiada é uma exclusão. 

Apesar das limitações inerentes a qualquer metáfora, compreendemos que é possível gerar em si mesmo uma bondade a partir da qual chegamos a olhar para todos os seres como se fossem pais, mães, irmãos, irmãs ou filhos.




No Nepal, por exemplo, chamamos qualquer mulher mais velha do que nós de “grande irmã”, e a mulher mais nova, de “pequena irmã”. Essa bondade aberta, altruísta e atenciosa, longe de diminuir o amor que sentimos por aqueles que nos são mais próximos, só o faz aumentar, aprofundar-se e ficar ainda mais belo.

 É claro que temos que ser realistas – concretamente é impossível manifestar da mesma maneira a nossa afeição e o nosso amor por todos os seres vivos. É normal que os efeitos do nosso amor envolvam mais determinadas pessoas do que outras. No entanto, não há razão para que uma relação especial que temos com um amigo ou um companheiro limite o amor e a compaixão que sentimos por todas as pessoas. 



A essa limitação, quando surge, damos o nome de apego. O apego é nocivo na medida em que, sem propósito algum, restringe o campo de ação do amor altruísta. É como se o sol deixasse de brilhar em todas as direções e se reduzisse a um estreito feixe de luz. O apego é fonte de sofrimento porque o amor egoísta se bate contra as barreiras que ele mesmo levantou. 

A verdade é que o desejo possessivo e exclusivista, a obsessão e o ciúme só têm sentido no universo fechado do apego. O amor altruísta é a mais expressão da natureza humana, quando essa natureza não é viciada, obscurecida e distorcida pelas manipulações do ego. O AMOR ALTRUÍSTA abre uma porta interior que torna inoperante o sentimento de importância de si mesmo e, portanto, também o medo desaparece. Ele nos permite dar alegremente e receber com gratidão.

TALVEZ VOCÊ NUNCA TENHA AMADO



O pessoal do O Lugar – um projeto de transformação coletiva por meio de contatos reais entre pessoas e troca de experiências realizou um vídeo com uma entrevista incrível com a monja Jetsunma Tenzin Palmo em papo tranquilo, leve e de muita sabedoria sobre algo que confundimos muito: o amor romântico e o amor genuíno. Muitos que não têm culpa, até confundem os dois achando que se tratam da mesma coisa ou coisas muito próximas. Mas não são mesmo.

No vídeo abaixo, a monja Jetsunma Tenzin Palmo compartilha seus conhecimentos de maneira sensata e sem parecer um papo de viajante, mas sim algo que pode nos ajudar muito a entender o que é praticar amor de maneira gratuita, sem joguinhos e de maneira verdadeira, nos fazendo enxergar que nosso exterior é reflexo do interior. 

Ouçam com o coração e reflitam se o que, até hoje vocês chamaram de amor, realmente correspondia a esse sentimento.


 São apenas 4 minutos, confiram:




Jetsunma Tenzin Palmo nasceu na Inglaterra e foi para a Índia com 20 anos, virou aluna de Khamtrul Rinpoche, viveu 12 anos em retiro numa caverna no Himalaia, tornou-se a segunda mulher ocidental ordenada no budismo tibetano (escola Drukpa Kagyu) e fundou um monastério de monjas, onde é a responsável hoje em dia, além de oferecer palestras e retiros pelo mundo todo. Com uma linguagem simples e um foco na vida cotidiana, sem discursos eruditos, ela é uma grande professora, recomendada por  Dalai Lama e Alan Wallace.

Fontes:
canal : o lugar

        

sábado, 19 de novembro de 2016

Conhecendo a Verdade - Osho



Experienciar a Existência como ela é, é conhecer a Verdade.

E o mais perto disto é mover-se para seu próprio centro, porque é aí onde você vai se encontrar com a Existência. 

Suas mãos podem tocar uma flor, seus olhos podem ver as cores das nuvens, do céu, do pôr do sol. Seus ouvidos podem escutar a música dos pássaros, o som da água correndo ou só da brisa passando através das árvores. Ou, no outono, as folhas caindo silenciosamente, mas ainda cochichando algo.


Mas, há uma distância entre você e a nuvem, entre você e as folhas que caem, entre você e as estrelas.

Independe o tanto que você se aproxima: há, ainda, uma distância.

A própria palavra proximidade significa duas pessoas, duas coisas, não uma.

A distância está aí, seja qual for a proximidade, quanto mais perto você fica em um caso de amor com uma pessoa: talvez por alguns momentos, eu não direi por algumas horas, alguns dias, talvez por alguns momentos você se aproxima ao máximo de uma pessoa mas ainda... há uma distância.

Você gostaria de se tornar um, e essa é a miséria de todos os amantes e a razão pela qual todos os casos amorosos fracassam. Isso não é culpa de ninguém. Eles chegam próximo... o momento da proximidade é tão lindo que eles gostariam de chegar ainda mais próximo, mas existe um limite. 


Onde está o limite? O outro é o outro e não existe jeito de vocês dois se tornarem um.

Você pode ir de uma estupidez para outra estupidez, mas se você falhar no amor... e falhar no amor significa não aquilo que ordinariamente significa, que o amado ilude você ou que o amante desaponta você: não, isto não é fracasso.

De fato, se sua amada ilude você antes do fracasso, isto é evitar o fracasso. Quer dizer, com isto ela salvou você: ela lhe deu novamente a esperança. Agora, você vai correr atrás de outra mulher.

Por fracasso quero dizer: quando você alcança o ponto em que você gostaria de fundir com o outro e, de repente, você encontra uma lei universal contrária à fusão: os corpos podem se encontrar, os Seres não.


E, naquele momento, ou você fica azedo e amargo contra o amor: que é como todas as religiões ficaram, amargas e azedas contra o amor: mas isto é falsa religião.


Não, eu não vejo que você tenha que se tornar azedo e amargo. Na verdade,você deveria estar em êxtase, porque encontrou uma lei muito fundamental da Vida: - que você chegou em um ponto a partir do qual, voltar-se para dentro é possível.

Não há outro lugar algum para ir. Você pode voltar-se para si mesmo.  Se isso acontece, então você diz: "O outro é Céu, não Inferno."

Então você pode mudar aquela afirmativa, porque o outro tornou isto possível a você: falhar na fusão, no derreter deu a você a chance de voltar-se para dentro de si. Você será agradecido para sempre.


Então o outro é Céu. E, uma vez que você entrou dentro do seu Ser você entrou no Templo. E isto é o que a Religião é (deveria ser), inteira, este entrar em você mesmo, é o crescimento absoluto. Você, de repente, floresce.

Não é um crescimento gradual e lento, não. A palavra crescer dá uma impressão errada como se fosse lenta, lentamente...

Não, é um florescimento repentino. Num momento você era nada, noutro momento... um salto quântico, você é tudo.


Porque você experimentou seu Ser e aquele Ser é exatamente o mesmo que o Ser do universo. Mas aquela é a única porta disponível. Não há outra porta.

Nenhuma igreja pode ajudar você! Nenhuma sinagoga pode ajudar você, nenhum templo pode ajudar você!

Há somente uma única porta que pode ajudar você, e ela está dentro de você.

Aproveitando um salto para dentro de você mesmo você mergulhou dentro da Existência.

Neste momento você sente uma tremenda unidade com o Todo.


Então você não está mais solitário. Porque não há ninguém que seja outro, além de você. Há somente você, expandido em todas as direções, em todas possíveis manifestações. 

É você florescendo na árvore. É você movendo em uma nuvem branca. É você no oceano, no rio. É você nos animais, nas pessoas.

E isto não é algo que você tenha que projetar ou pensar.

Isto é o que as falsas religiões tem estado fazendo. Elas dizem para você: "Pense que você é um com o todo: Concentre, discipline sua mente a acreditar que você é um com o todo."

Sim, se você tentar duramente, você pode começar a acreditar nisto: que você é um como o todo, mas isto será simplesmente uma crença. (...)


Ou seja, eu não falo para você começar a pensar em termos de que tudo é divino, e que tudo é Deus: isto é lixo. Nunca comece por algo que é basicamente uma crença.

Basta aproveitar o salto para dentro de si mesmo, e não me pergunte o que você vai encontrar aí. Porque se eu disser a você o que você vai encontrar, imediatamente você começará a se hipnotizar para isto. Então você encontrará isto, mas não será uma coisa verdadeira. Será só uma alucinação.

Basta aproveitar o salto para dentro de si e você chegará a saber, você chegará a sentir, você chegará a experienciar. 


Religião é experienciar a Verdade. O homem precisa da Religião, ela é o luxo conclusivo, o luxo irrevogável; abaixo está o amor.

E eu tenho ensinado amor o suficiente para que você possa chegar ao momento crucial onde você sinta que o outro é Inferno: por ser este o ponto do voltar-se para si.

Sartre precisava de alguém para lhe dizer, que: "O outro é Inferno. E você?”

Você tem tentado, tão inflexível, se tornar um com o outro, porque não tentar um pouco ser um com você mesmo?

Porque isto não vai ser difícil. Você já é um com você mesmo:você só precisa olhar para dentro. 


Um pequeno voltar-se para dentro e tudo acontece.
Mas, aí, você não é cristão, nem hindu, nem muçulmano, nem judeu: você é simplesmente religioso. Religião é experienciar a Verdade.
 .


Fonte: http://www.oshobrasil.com.br/texto124.htm


terça-feira, 15 de novembro de 2016

POR QUE A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES ESTÁ AUMENTANDO?



Estudos afirmam que a violência contra a mulher está aumentando no mundo inteiro.

Por que?

O que leva um homem a humilhar, subjugar, maltratar, bater, espancar ou mesmo matar uma mulher?

Vários são os motivos (ou as desculpas) que envolvem o aumento da violência de gênero. 



Segundo alguns especialistas, é mais provável a mulher ser morta pelo companheiro (ou ex-companheiro) do que por qualquer outra pessoa. Vários estudos foram conduzidos num esforço de coibir a onda de violência doméstica. 

Qual é o perfil do homem que bate na mulher? Seria esse homem muito agressivo? Era violento durante o namoro? Maltrata qualquer pessoa, sem motivos claros? 

Uma coisa que os especialistas constataram é que não existe um perfil típico do agressor. Por um lado há aqueles cuja violência é esporádica. Esse tipo não usa arma nem tem antecedentes de abuso. Para ele, o ato de violência é esporádico e ele parece ser influenciado por fatores externos. No outro extremo há o homem que desenvolveu um padrão crônico de agressão. Os espancamentos são constantes e ele parece sentir pouco ou nenhum remorso.

Exemplo na família


Como seria de esperar, muitos homens que batem na mulher cresceram em famílias onde presenciavam a violência. “A maioria dos agressores foram criados num ‘campo de batalha’ doméstico”, escreve Michael Groetsch, que passou mais de duas décadas fazendo um estudo sobre o assunto. “Eles passaram a infância num ambiente hostil onde a violência física e emocional eram ‘normais’.” 

Segundo especialistas, um homem criado em tal ambiente “aprende do pai logo na infância a desprezar as mulheres. O menino aprende que o homem sempre tem de dominar as mulheres e que a maneira de fazer isso é por assustá-las, machucá-las e humilhá-las. Ao mesmo tempo, ele aprende que a única maneira de conseguir a aprovação do pai é copiar seu exemplo”.


Influência cultural


Em alguns países, bater na mulher é considerado aceitável, ou até mesmo normal. “Existe em muitas sociedades um conceito profundamente arraigado de que o marido tem o direito de bater na mulher ou de intimidá-la fisicamente”, declara um relatório das Nações Unidas.

Mesmo em países onde esse tipo de abuso não é considerado aceitável, muitos adotam esse código violento de conduta. O conceito irracional que alguns homens têm a esse respeito é chocante. Segundo o jornal sul-africano Weekly Mail and Guardian, um estudo feito na península do Cabo mostrou que a maioria dos homens que afirmava não agredir a esposa achava que bater em mulher era uma conduta aceitável e que isso não era violência.

Evidentemente, esse conceito deturpado com freqüência é aprendido na infância. Na Grã-Bretanha, por exemplo, pesquisas mostram que 75% dos meninos entre 11 e 12 anos acham aceitável o homem bater na mulher quando provocado.

Machismo — um problema global

A palavra “machismo” foi cunhada na América Latina. Ela se refere ao orgulho masculino agressivo e denota uma atitude abusiva contra as mulheres. 
O machismo é o comportamento, expresso por opiniões e atitudes, de um indivíduo que recusa a igualdade de direitos e deveres entre os gêneros sexuais, favorecendo e enaltecendo o sexo masculino sobre o feminino. 


Mas o machismo não se restringe à América Latina:

Egito: Um estudo de três meses conduzido em Alexandria apontou a violência doméstica como a principal causa de lesões corporais em mulheres. Do total de mulheres que dão entrada no centro de traumatologia nos hospitais, 27,9% foram vítimas desse tipo de violência. — Résumé 5 of the Fourth World Conference on Women (Resumo 5 da Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres).

Tailândia: No maior subúrbio de Bangcoc, 50% das mulheres casadas são espancadas com freqüência. — Pacific Institute for Women’s Health (Instituto da Saúde da Mulher, do Pacífico).

Hong Kong: “O número de mulheres que dizem ter apanhado de seu companheiro aumentou mais de 50% no último ano.” — South China Morning Post, 21 de julho de 2010.

Japão: O total de mulheres que procuram abrigo em entidades aumentou de 4.843, em 1995, para 6.340 em 1998. “Cerca de um terço disse que procurava abrigo por causa do comportamento violento do marido.” — The Japan Times, 10 de setembro de 2000.

Grã-Bretanha: “A cada seis segundos uma mulher é estuprada, espancada ou esfaqueada no próprio lar em algum lugar na Grã-Bretanha.” De acordo com um relatório da Scotland Yard, “a polícia recebe 1.300 chamadas de vítimas de violência doméstica todo dia — mais de 570.000 por ano. Oitenta e um por cento são de mulheres agredidas pelo homem”. — The Times, 25 de outubro de 2000.

Peru: Setenta por cento dos crimes denunciados envolvem mulheres que foram agredidas pelo marido. — Pacific Institute for Women’s Health.

Rússia: “Em um ano, 14.500 mulheres russas foram assassinadas pelo marido e 56.400 foram gravemente feridas ou ficaram aleijadas em resultado de agressões no próprio lar.” — The Guardian.

China: “Trata-se de um problema novo que aumenta rapidamente sobretudo em áreas urbanas”, diz a professora Chen Yiyun, diretora do Centro da Família de Jinglun. “A pressão dos vizinhos não mais coíbe a violência doméstica.” — The Guardian.

Nicarágua: “Aumentam os casos de violência contra a mulher. Segundo pesquisas, só no ano passado 62% das mulheres nicaragüenses sofreram alguma forma de violência doméstica por parte do marido ou do parceiro.” — BBC News.

Homens que agridem as mulheres seguem um ciclo de violência, composto por três fases:

- Na primeira, surgem as agressões verbais, xingamentos, crises de ciúmes e destruição de objetos;

- Depois vem a explosão da violência, quando a tensão entre o casal atinge o ponto máximo e acontecem os ataques físicos;

- Na terceira fase, o agressor demonstra arrependimento e medo de perder a companheira. Ele tenta fazer de tudo para agradar a vítima, que muitas vezes, acaba fazendo as pazes, acreditando que as agressões não vão se repetir.



Perfil do Agressor

A maioria desses homens violentos tem entre 26 e 45 anos. A maior parte deles também tem estudo e trabalho. Além disso, eles costumam ser agressivos fora do lar e, em geral, têm algum tipo de dependência química, sobretudo álcool e drogas. 

Em geral, são pessoas inseguras e controladoras. Apresentam comportamentos agressivos, nas mais diversas situações. São ciumentos e possessivos. Procuram sempre isolar suas mulheres da família e amigos.

O controle é evidente em atitudes como críticas constantes, ofensas e o domínio financeiro da família. Ao invés de somente ser o principal ou único provedor, usa o poder do dinheiro com tirania. Com o tempo, esse caráter controlador pode se agravar – quando a esposa tenta ser independente, trabalhando ou retomando os estudos, por exemplo.


Esse tipo de homem tende a achar que tem privilégios especiais sem responsabilidades ou deveres que correspondam a eles. Quando tais privilégios não são satisfeitos, tende a justificar a violência como autodefesa, achando-se uma vítima das circunstâncias.

O egocentrismo é presente. Muitas vezes, o homem violento espera ser sempre o centro das atenções em casa, a ponto de achar que os outros membros da família têm de antecipar suas necessidades. Tende a ignorar o que as outras pessoas da casa dizem.

Ele se acha superior. Isso se percebe quando o homem tende a desdenhar a esposa, considerando-a ignorante, um objeto sexual ou somente alguém que deve servi-lo.

O sentimento de posse é exacerbado. Ele acha que a esposa e os filhos são sua propriedade.

Muitas vezes, ele justifica atos violentos como atos de amor. Assunto polêmico, mas real.


É manipulador. Distorce a realidade para quem está de fora da situação. Faz com que prevaleça a sua imagem de bom moço, e chega a acusar a esposa de insana ou até de violenta.

Tanto em comportamento quando em ações cai em contradição. Diz uma coisa, enquanto faz outra. É comum até mesmo ele criticar em público outros homens que praticam violência doméstica. Em suma, um hipócrita.

Ele não assume as responsabilidades por seus atos. As transfere, principalmente, para as mulheres, ou tenta justificar com alguns fatores externos, como o estresse causado pelo trabalho. 

Inversão da culpa é algo também frequente. Pode até dizer que a vítima inventou a agressão sofrida para prejudicá-lo. Ao mesmo tempo, também tende a minimizar os danos causados, recusando-se a reconhecer seu comportamento violento, com desculpas como “ela caiu” ou “isso é só um arranhão”.

Agressão em série: o homem violento geralmente é reincidente – não só uma mulher com quem se relacionou foi vítima de maus tratos. 

Em todas as características citadas, fica bem clara uma questão: a linha entre um homem com pensamentos machistas e um que chega a ser violento física ou psicologicamente é bem tênue.


Ex-companheiro 

Quase sempre o agressor é o companheiro, sobretudo os ex (70 por cento dos casos).  Esse dado mostra que os homens não sabem lidar com a perda da posse de suas mulheres. O sentimento doentio de posse domina os agressores de mulheres. 


Dependência química 

A metade também dos agressores sofrem algum tipo de dependência química e que isso incide claramente nos episódios de violência. A maioria consome álcool ou drogas e em muitos casos as duas coisas. 

Violência psicológica 

Todos os casos envolvem violência psicológica, seguidos pelos de violência física (80 por cento). Alguns também combinam violência econômica e patrimonial e em 25 por cento dos casos soma-se a violência sexual.

Segundo definição da OMS a violência psicológica é entendida como:

Qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.

Principal causa para o aumento da violência de gênero:




Recentemente, um grupo de cientistas (Sociólogos e antropólogos) da universidade de Stanford (EUA) parece ter encontrado ao menos uma das causas para o aumento exponencial da violência contra as mulheres: O Empoderamento Feminino no Mundo. 

O empoderamento feminino é um conjunto de ações que busca promover a igualdade, de maneira a eliminar as diferenças que ainda subsistem nos dias atuais.

O assunto é tão importante que foi objeto de uma parceria entre a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) e o Pacto Global da ONU.


Aparentemente, apenas a possibilidade de igualdade de gênero, anda assustando tanto os homens, que desencadeou uma reação imediata, numa clara luta para se manter no poder.

Empoderar nada mais é do que permitir que essa mulher saia de uma situação de submissão e assuma o rumo de sua vida; é sair da inércia e assumir atitudes positivas diante de realidades adversas, é promover a ruptura cultural da dependência, seja econômica ou emocional. 


E é essa a questão: uma mulher assim assusta. Assusta o homem que foi educado para ser o "dono", para ter a posse absoluta de sua família, educado para ditar todas as regras, ter controle de todas as situações. Educado para se permitir a fazer o que quiser, ter emprego, ter família e poder “sustentar” a mulher e os filhos. 

Ao se deparar com a ruptura de todos os seus pseudos conceitos de superioridade, o homem deduz que seu controle sob a mulher está abalado.  E a unica forma de imprimir um pouco de superioridade sob a mulher é através da força física.


Empoderar-se é se revestir de direitos, que possa usufruir de forma igual, sem discriminação. O que isso significa? Significa gozar de liberdades, inclusive e tão importante, a liberdade sexual. Escolher seus parceiros e determinar quando e com quem deseja se envolver sexualmente, independente do casamento. 

E isso assusta e como assusta! Até bem pouco tempo, apenas os homens tinham direito a essa escolha.

O empoderamento da mulher assusta. E medo seria a palavra mais apropriada para definir a reação de alguns homens diante do poder que a mulher vem conquistando numa luta coletiva por direitos a ela negados histórico e culturalmente. 



Numa cultura masculinizada, esse processo de empoderar a mulher vem causando um verdadeiro temor numa sociedade resignada aos papeis sociais atribuídos de forma desigual. 

Medo de perder a autoridade concedida, medo de perder o status de provedor da casa, da ultima palavra. Medo de não ter competência sexual suficiente para dar prazer a essa mulher experiente. Medo de ganhar menos que ela. MEDO! MEDO! MEDO!

Em resumo, o medo de perder o controle sob a mulher, em vista de seu empoderamento social, é o que está levando ao aumento vertiginoso da violência doméstica, praticada pelos homens.




Fontes:

http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2014/02/homens-que-agridem-mulheres-seguem-um-ciclo-de-violencia.html
http://www.resilienciamag.com/httpwww-brasilpost-com-br20141125violencia-psicologica_n_6214298-html/
http://www.universal.org/noticias/2012/10/17/algumas-caracter%C3%ADsticas-do-homem-violento-28004.html
http://www.bloggotadagua.com.br/2015/11/por-que-o-empoderamento-da-mulher.html





sábado, 12 de novembro de 2016

A POTÊNCIA DO AMOR – POR ALBERT EINSTEIN



Quando propus a teoria da relatividade, muito poucos me entenderam e o que vou agora revelar a você, para que transmita à humanidade, também chocará o mundo, com sua incompreensão e preconceitos. 

Peço ainda, que aguarde o tempo que for necessário, anos, décadas, até que a sociedade tenha avançado o suficiente para aceitar o que explicarei em seguida para você. 



Há uma força extremamente poderosa para a qual a ciência até agora não encontrou uma explicação formal. É uma força que inclui e governa todas as outras, existindo por trás de qualquer fenômeno que opere no universo e que ainda não foi identificada por nós.

Esta força universal é o AMOR. 


Quando os cientistas estavam procurando uma teoria unificada do Universo esqueceram a mais invisível e poderosa de todas as forças. 

O Amor é Luz, dado que ilumina aquele que dá e o que recebe.

O Amor é gravidade, porque faz com que as pessoas se sintam atraídas umas pelas outras.


O Amor é potência, pois multiplica (potencia) o melhor que temos, permitindo assim que a humanidade não se extinga em seu egoísmo cego.

O Amor revela e desvela.
Por amor, vivemos e morremos.


O Amor é Deus e Deus é Amor. 

Esta força tudo explica e dá SENTIDO à vida. Esta é a variável que temos ignorado por muito tempo, talvez porque o amor provoca medo, sendo o único poder no universo que o homem ainda não aprendeu a dirigir a seu favor.


Para dar visibilidade ao amor, fiz uma simples substituição na minha mais célebre equação. Se no lugar de E=mc2 aceitarmos que a energia necessária para curar o mundo pode ser obtida através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado (energia de cura = amor x velocidade da luz ²), chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limites. 


Após o fracasso da humanidade no uso e controle das outras forças do universo, que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia. 

Se queremos que a nossa espécie sobreviva, se quisermos encontrar sentido na vida, se queremos salvar o mundo e todos os seres sensíveis que nele habitam, o amor é a única e a resposta última. 

Talvez ainda não estejamos preparados para fabricar uma bomba de amor, uma criação suficientemente poderosa para destruir todo o ódio, egoísmo e ganância que assolam o planeta. No entanto, cada indivíduo carrega dentro de si um pequeno, mas poderoso gerador de amor, cuja energia aguarda para ser libertada. 


Quando aprendemos a dar e receber esta energia universal, Lieserl querida, provaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida. 

Lamento profundamente não ter sido capaz de expressar mais cedo o que vai dentro do meu coração, que toda a minha vida tem batido silenciosamente por você. 

Talvez seja tarde demais para pedir desculpa, mas como o tempo é relativo, preciso dizer que te amo e que a graças a você, obtive a última resposta. 

Seu pai,

Albert Einstein

Albert Einstein e sua filha Lieserl Einstein.

ULTIMA CARTA DE EINSTEIN À SUA FILHA LIESERL

No final dos anos 80, Lieserl, a filha do célebre gênio, doou 1.400 cartas escritas por Einstein para a Universidade Hebrea, com o pedido de não torná-las públicas até que duas décadas se passassem da morte de seu pai. Esta foi uma delas, para Lieserl Einstein.








Fonte: http://iragaivota.blogspot.com.br/2016/02/a-ultima-carta-de-eisntein-sua-filha.html
http://www.decoracaoacoracao.blog.br/2014/07/carta-de-einstein-sua-filha-lieserl-o.html