quinta-feira, 30 de junho de 2016

ALIENÍGENAS DO PASSADO - T9/EP3 - OS PRÓXIMOS HUMANOS




Desde o início da civilização, a humanidade creditou suas origens a deuses e outros visitantes das estrelas.

E se fosse verdade?
Seres extraterrestres realmente ajudaram a moldar nossa história?
E, se for assim, poderia o plano final deles ser revelado... com a ascensão dos Próximos Humanos?

Precisamos nos perguntar:
- Os extraterrestres estão de algum modo, nos guiando, e nos manipulando para esse Novo Futuro e "NOVO HUMANO" que estamos destinados a ser?

NOTA: 
PARA ASSISTIR EM "TELA CHEIA" É SÓ CLICAR NO ALTO, DO LADO DIREITO DO VÍDEO QUE ABRE UMA NOVA JANELA.









terça-feira, 28 de junho de 2016

EU SOU NATUREZA


"Nós não conseguimos entender que este corpo é simplesmente um traje, assim como nós trocamos de roupa no dia-a-dia, o corpo está simplesmente sendo usado pela alma."


Eu não sou a chamada perdida de meu chefe
Eu não sou minha dúzia de e-mails não lidos
Eu não sou minha lista de tarefas pendentes


Eu não sou as curtidas no meu perfil do Facebook
Eu não sou a comida Fastfood na hora do almoço
Eu sou...


Eu sou as folhas caindo nos meus ombros
Eu sou a grama sob meus pés
O vento soprando através das árvores


Sou a água fluindo sob as pedras
A terra escorrendo entre meus dedos


Eu sou as escolhas que faço
Eu sou o desejo que não pode esperar


Eu sou natureza









sábado, 25 de junho de 2016

ESTAMOS SENDO ENVENENADOS?



O câncer é um problema de saúde pública mundial. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estimou que, no ano 2030, podem-se esperar 27 milhões de casos incidentes de câncer, 17 milhões de mortes por câncer e 75 milhões de pessoas vivas, anualmente, com câncer. O maior efeito desse aumento vai incidir em países de baixa e média rendas.




Você sabia que a cada ano mais de 12, 7 milhões de pessoas no mundo são diagnosticadas com câncer e 7,6 milhões de pessoas morrem vítimas dessa doença? 

No Brasil, somente para este ano, são esperados quase 500 mil novos casos da doença.

A questão central que remete a reflexão é: O que está provocando essa epidemia mundial de câncer?

Agrotóxicos


Lentamente você está sendo envenenado. 
Quer uma prova disso? Entre 2002 e 2012 a quantidade de agrotóxicos entregue a você, consumidor final, mais que dobrou. 

Um terço dos alimentos que vão para a mesa dos brasileiros está contaminado por agrotóxicos. O dado alarmante coloca o Brasil na liderança do consumo de agrotóxicos no mundo. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o setor cresceu 190% nos últimos dez anos. 

No ano passado, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulgou um documento “contra as atuais práticas de uso de agrotóxicos no Brasil e ressalta seus riscos à saúde, em especial nas causas do câncer”. No texto, o Inca defende “iniciativas de regulação e controle destas substâncias, além de incentivos a alternativas agroecológicas”.

Na avaliação do Inca, “o modelo de cultivo com o intensivo uso de agrotóxicos gera grandes malefícios, como poluição ambiental e intoxicação de trabalhadores e da população em geral”.


“Dentre os efeitos associados à exposição crônica a ingredientes ativos de agrotóxicos podem ser citados infertilidade, impotência, abortos, malformações, neurotoxicidade, desregulação hormonal, efeitos sobre o sistema imunológico e câncer”, revela o documento.

De acordo com o Inca, a liberação do uso de sementes transgênicas contribuiu para o aumento no uso de agrotóxicos já que o cultivo de sementes geneticamente modificadas exige o uso de grandes quantidades de veneno.

“O consumo de agrotóxicos viola a soberania alimentar e os direitos sociais. Viola porque alimenta um modelo agrícola vigente, injusto sócio ambientalmente e porque tem impactos alarmantes sobre a saúde humana e o sistema de saúde do país, além de gerar insegurança alimentar e nutricional.” -  Anelise Rizzolo

Depois de tudo isso, ainda fica a pergunta: existe alternativa para os agrotóxicos? Sim, e ela já está sendo amplamente utilizada em países europeus. 

A radicalização da agricultura orgânica, por exemplo, nos pouparia de muitos problemas futuros. A rotação de culturas e o controle biológico das pragas (uso de um organismo não prejudicial à lavoura para atacar um que prejudica) são maneiras de evitar os agrotóxicos.


"As empresas já possuem a tecnologia e a informação capazes de realizar isso", crava Fernando Carneiro, que também é diretor da unidade Ceará da Fundação Oswaldo Cruz. Elas só não possuem interesse em usá-las amplamente porque a indústria dos insumos agrícolas é muito rentável. Um agricultor ecológico não recebe incentivos de nenhum lugar no Brasil: nem a iniciativa estatal, nem a privada estão dispostas a financiá-lo. É necessário um pensamento estratégico, capaz de transformar a agricultura do veneno em agricultura limpa. Enquanto isso não acontece, vamos continuar sendo envenenados.

Quanto mais de nós que se tornar consciente de algumas das formas mais comuns de que isso está acontecendo, a melhor chance que temos de reduzir ou acabar exposição a pelo menos alguns dos venenos. 

Transgênicos


Os alimentos geneticamente modificados (transgênicos) são criados em laboratórios com a utilização de genes de espécies diferentes de animais, vegetais ou micróbios. Os organismos alterados, por sua vez, sofrem alteração no seu código genético por métodos não naturais. Os alimentos geneticamente modificados, comprovadamente, tem suas drásticas e cruéis consequências em médio e longo prazo.


Essa nova tecnologia permite, por exemplo, introduzir um gene humano num porco, ou um gene de rato, de peixe, de bactéria ou de vírus em espécies de arroz, soja, milho, tomate, batata ou qualquer outro vegetal.

Para se certificar de que a modificação genética deu certo, são inseridos nos transgênicos os chamados genes marcadores de bactérias resistentes a antibióticos. 

Com isso, pode ocorrer o aumento da resistência a antibióticos nas pessoas que consumirem esses alimentos, ou seja, em casos da necessidade do uso de antibióticos, pode ocorrer a redução ou anulação da eficácia desses medicamentos, o que é um sério risco para a Saúde Pública.


Além disso, já foi comprovado que a toxidade desses alimentos podem ser geradoras de patologias graves, como o câncer.

Segundo pesquisa publicada em 2012 pela revista “Food and Chemical Toxicology”, Camundongos alimentados com alimentos transgênicos sofrem de câncer com mais frequência e morrem antes que os demais,  o que representa  resultados "alarmantes".


Cloro 


Este agente de guerra química altamente tóxica foi adicionado à água de abastecimento público, desde cerca de 1910 como um desinfetante. 

Agora os problemas de doenças circulatórias são comuns. Esse problema se espalhou somente após as massas começaram a ser clorada com regularidade. 

Beber, tomar banho nele, respirando-o e absorvendo-o em nossos chuveiros, e consumi-lo na maioria dos produtos alimentares e bebidas feitas com água da cidade, faz com que o cloro um dos venenos públicos mais comuns. 


A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA),declarou que o cloro é um pesticida, pois o único objetivo é matar os organismos vivos. Quando consumimos água da rede contendo cloro, ele não mata somente as bactérias, mas também destrói células e tecidos dentro do nosso corpo.

O câncer de mama foi recentemente ligado à acumulação de compostos de cloro no tecido mamário. Um estudo realizado em Hartford Connecticut considerou que, as mulheres com câncer de mama têm níveis de organoclorados (subprodutos da cloração) 50% a 60% mais altos, em seu tecido mamário do que as mulheres sem câncer de mama.


Até 2/3 da nossa exposição nociva ao cloro é devido à inalação de vapor e absorção cutânea enquanto se toma uma ducha.

Uma ducha quente abre os poros da pele e permite acelerar a absorção de cloro e outros produtos químicos na água. A inalação é o meio de exposição mais nocivo uma vez que o cloro gasoso (clorofórmio) inalado vai diretamente para a corrente sanguínea.

Quando se bebe água contaminada, as toxinas são parcialmente filtradas pelos rins e sistema digestivo. Os vapores de cloro são conhecidos por serem um forte irritante para o tecido sensível e passagens brônquicas nos pulmões.


A inalação de cloro é suspeita de causar asma e bronquite, especialmente em crianças. Além de todos os riscos para a saúde relacionados com o cloro nas nossas águas, também é a principal causa do mau sabor e odor de uma água potável.

Flúor



O flúor adicionado à água municipal e produtos de cuidados dentários não é assim tão benéfico quanto se imaginava.

A questão primordial seria se a exposição ao flúor através de diversas rotas como produtos dentais, água e alimentos podem contribuir para desenvolver efeitos nocivos. 


Mesmo pequenas quantidades de flúor consumido na água encanada pode danificar seus ossos, dentes, cérebro, causar problemas de tiroide, reduzir o QI e causar câncer de acordo com a maior revisão de estudos sobre o flúor.

Análises cuidadosas descobriram que o flúor está ligado a efeitos na tiroide, especialmente em pessoas com deficiência de iodo. Vários especialistas  já solicitaram publicamente o fim da adição de flúor na água potável.

Baixos níveis de hormônio da tiroide podem aumentar o risco de doença cardíaca, colesterol alto, depressão e menor inteligência nos bebês nascidos de mães com este problema. Foi encontrado “uma forte e consistente associação entre a exposição ao flúor e baixo QI”.

A indústria primeiro tentou se livrar de estoques excessivos de flúor por comercializá-lo como veneno de rato, mas não o suficiente foi vendido. Em seguida, na década de 1950 que inventou o esquema de convencer a American Dental Association para recomendá-lo ser adicionado ao abastecimento público de água e produtos de higiene bucal aos dentes endurecer. No longo prazo, ele realmente faz com que os dentes quebradiços e manchado, enquanto diminui o QI das pessoas, minimizando os interesses ativos e encurtando vidas. 


Estudos posteriores também seriam necessários para descobrir qual dose de flúor pode aumentar o risco de problemas de desenvolvimento neurológico, câncer, fluorose dental e óssea, principalmente para pessoas mais sensíveis.

Alumínio 



No nosso corpo o alumínio é um metal tóxico. Não integra os nossos processos metabólicos e não é excretado, ou eliminado, com facilidade. 

As pequenas doses, legalmente aceites, vão-se acumulando, silenciosamente, nos tecidos e vão comprometendo, de forma insidiosa, o bom funcionamento de órgãos e sistemas.

O excesso de alumínio no organismo provoca constipação intestinal, cólicas abdominais, anorexia, cefaleia, esquecimento, distúrbios de aprendizado, hiperatividade, crises convulsivas, incoordenação motora, demência pré-senil, padrão de fala alterados, diminuição das funções hepáticas e renais.

Tem sido encontrado em altas dosagens nos cérebros de doentes que faleceram com síndrome de Alzheimer e doença de Parkinson.



As pesquisas médicas mostram, de forma cada vez mais precisa, o papel do alumínio como fator que desencadeia doenças auto-imunes ou como fator que acelera a degeneração do sistema nervoso.


Silenciosamente, todos esses fatores têm contribuído para um verdadeiro extermínio em massa. Vários outros poderiam ser citados como a poluição, os alimentos super processados, corantes, conservantes, aditivos, hormônios injetados nos animais...

Fica a reflexão: Estamos sendo envenenados?
O importante é estarmos atentos, com um olhar crítico, e cada dia mais, estarmos consciente de que quanto mais natural, melhor! Quanto mais simples, menos industrial, menos voltado aos interesses de grandes corporações, menos nocivo.







Baseado nas seguintes fontes:
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/estimativas-no-mundo/1706/1/
http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/acoes_programas/site/home/internacional/declaracao_mundial_contra_cancer
http://super.abril.com.br/ciencia/cuidado-voce-esta-sendo-envenenado-mas-nao-do-jeito-que-voce-imagina
http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-n%C3%B3s-estamos-sendo-envenenados





quinta-feira, 23 de junho de 2016

BREXIT O FILME : COMPLETO E LEGENDADO





O termo “BREXIT”, à imagem de uma outra (“grexit”) que escutávamos repetidamente aqui há uns meses em relação à zona Euro, é uma fusão de duas palavras inglesas. Neste caso, “britain”, diminutivo nativo para Grã-Bretanha (ou, para ser mais correto em termos políticos, para Reino Unido), e “exit”, que significa saída. O termo resume e expressa também o risco de uma saída do Reino Unido, mas da União Europeia.

A hipótese parece estar mesmo em cima da mesa. O Reino Unido aderiu à Comunidade Europeia em 1973, mas, suportado na força da libra, sempre se recusou a adotar a moeda única europeia, o euro, nem aceitou integrar o Acordo de Schengen. O reino de sua majestade Rainha Isabel II continua a ser uma força de bloqueio à transferência de parte da soberania para Bruxelas e desde que David Cameron chegou a primeiro-ministro, em 2010, tem crescido o lóbi para recuperar para Westminster algum do poder perdido para os “28.”


Uma boa parte dos britânicos exige um referendo à relação que o país mantém com a União Europeia. Há quem defenda a saída da “comunidade”. Londres tem mantido um braço de ferro com Bruxelas em relação ao tratado orçamental europeu e ameaça vetar o documento. A crise de refugiados e a gestão europeia da mesma não ajudam. Um referendo está anunciado e, em princípio, pode acontecer já em junho.

Uma sondagem realizada pelo jornal The Times, no início do mês de fevereiro, após o Cameron ter negociado alguns princípios de acordo para a continuidade, indicava que 45 por cento dos britânicos iriam votar pela saída da União Europeia contra 36 por cento. Uns dias antes, uma outra sondagem da YouGov para o The Times dava 42 por cento a favor do “brexit” e 38 por cento pela continuidade. O adeus do Reino Unido parecia ganhar terreno depois de em dezembro o equilíbrio ser a nota dominante entre as duas opções.


Os britânicos estão indo neste dia 23 de junho para votar em um plebiscito crucial para o seu futuro.
Os eleitores votarão por permanecer na União Europeia ou abandonar o bloco comum.
Nunca um país membro deixou a união política e econômica de 28 países - que desde seu início só tem se expandido.
A saída britânica seria interpretada como um duro golpe ao projeto europeu, cujas origens remontam ao pós-2ª Guerra Mundial.
Analistas dizem que esta será a decisão mais importante para os britânicos desde 1975, quando dois terços do eleitorado optaram por ingressar na então Comunidade Econômica Europeia.


QUAL É A PERGUNTA DO REFERENDO?

Os eleitores devem responder à seguinte pergunta na cédula eleitoral: 
"Deve o Reino Unido permanecer como membro da União Europeia ou sair da União Europeia?"
As duas únicas respostas possíveis são "permanecer" e "sair".
Inicialmente, o governo britânico queria uma formulação diferente, perguntando aos eleitores se queriam continuar na União Europeia. Mas as autoridades eleitorais consideraram que dessa forma a pergunta poderia induzir respostas pró-UE.
Tecnicamente, o plebiscito não é vinculante. Mas se a proposta passar, o primeiro-ministro, David Cameron, estará sobre intensa pressão para implementar a vontade da maioria.
Em tese, os parlamentares também poderiam bloquear a saída do bloco, mas analistas consideram que contrariar os eleitores seria um suicídio político para muitos conservadores - que atualmente controlam o Legislativo.


OS DIÁRIOS BRITÂNICOS DESTA QUINTA-FEIRA DÃO DESTAQUE AO REFERENDO SOBRE A PERMANÊNCIA DO REINO UNIDO DA UNIÃO EUROPEIA E APELAM À INTERVENÇÃO DOS CIDADÃOS.

Quer sejam a favor ou contra a permanência do Reino Unido na União Europeia, os editores dos principais jornais britânicos manifestam-se, esta quinta-feira, com o único objetivo de conduzir todos os cidadãos até às urnas.

"Dia do julgamento", lê-se na primeira página do "The Independent". "Quem queremos ser?", pergunta o "The Guardian. "O teu país precisa de ti", alerta o "Daily Express". "Não dês um salto no escuro", previne o "Daily Mirror". "A Grã-Bretanha decide", frisa o "Metro".

Prevê-se que 46,5 milhões de eleitores participem neste referendo. As mesas de voto estarão abertas até às 22.00, com os resultados preliminares a serem avançados pelas 16.00. A decisão final deverá ser conhecida na sexta-feira de manhã.

FONTE: JN , euronews
                   


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FILME FEITO POR INGLESES QUE QUEREM TER O SEU PAÍS DE VOLTA.

CANAL:Vitor Lage